Viajante sem passaporte!

.::Entre indas e vindas a gente quase sempre se depara com pessoas, estas geralmente fazem com que nosso trajeto seja algo mais interessante... tudo que eu preciso agora é de uma viagem da qual não me esqueça jamais::.


"Nossa! Finalmente Ela está aqui do meu lado! Quem diria....!?"
Quantos de nós não gostariam de um dia poder exclamar uma coisa assim acerca da pessoa amada? Tá bom! Tá bom! Você vive dizendo isso... eu sei que você está contente mas... nem todo mundo ainda teve essa sua sorte né!? rsrs
Ter perto quem se ama é algo para poucos.
Calma! Eu não sou um "agoureiro" de plantão. Eu acredito no amor, nas suas implicações (é... elas existem!!!) e, acima de tudo creio nos prazeres que ele nos proporciona.
Há quem diga que o amor não é real. Que tudo não passa de afeto misturado com paixão e as vezes uma dose de solidificação pelo tempo. Sinceramente? Não estou aqui para "enquadrar" e nem mesmo "apontar" as ramificações do amor (Isso já foi feito pela sociedade Grega).
Na verdade, o que gostaria de compartilhar agora, NESTE MOMENTO, é uma questão que surgiu agorinha na minha mente. Já imaginaram o quão terrível o amor pode se tornar para nós quando não podemos ter quem amamos? Certamente vocês já passaram por isso. Mas alguém aí já refletiu sobre esta situação de maneira racional? Pararam pra pensar que, aquilo que nos faz ficar tão bem consigo próprio é também aquilo que pode nos deixar o mais pra baixo possível?
"Como é que fico sem você? O que eu faço com este amor?"
Se você nunca disse isso com a boca, pelo menos deve ter gritado "algumas" vezes com o coração.
Amar é um negócio complicado. A gente nem mesmo fica sabendo quando começou! Que maluquice!
Lembrei-me então de um texto da bíblia:
"O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."
1 Coríntios 13: 4-7.
Acho que qualquer coisa que eu queira acrescentar além disso, não vai passar de mera especulação.
AMAR, talvez seja ter que "Deixar ir", ou dependendo do seu caso... "Nunca ter tido".


Qual é o teu maior erro?
Qual é a tua maior dúvida?
Quem será você daqui alguns anos?
Você é feliz?
Perguntas como essas são pequenos "checkpoints" em nossas vidas. Passamos grande parte de nossa vida analisando o nosso passado, a realidade do nosso presente, e o mais importante de todos eles... projetando o futuro!!! Parece algo tão acadêmico né? Sei lá... a realização de cálculos e mais cálculos sobre a questão de "Quem sou eu?", "Olha só quantos anos eu já tenho!", "O que vai ser de mim?". Está bem, não podemos viver como pequenos loucos que não estão nem aí consigo, mas será que nosso direcionamento quanto a isso não está sendo demasiadamente exagerado? Será que éramos tão incosequentes assim quando crianças que de tudo que um dia era o "EU", não serve para mais nada? É inconcebível demais para os dias de nossa tão esperada "Vida adulta"? Já se perguntou o porque da saudade da infância? Será que Inocência está mesmo ligada com Imaturidade? Que Simplicidade tem a ver com Ausência de Responsabilidade (isto para não usar o termo adequado que gera temor. 'Irresponsabilidade')? Será que não nos tornamos ao longo dos anos "Caçadores" da infantilidade saudável? Isto é realmente comum e normal entre os "Adultos"? Será tão impossível assim "viver os dias de criança" nos nossos dias de adultos? Hoje tive mais um "checkpoint", parei para analisar... pensei... refleti... ainda não pude chegar a uma conclusão matemática, no entanto acho isso bem saudável, se você puder compreender realmente o que estou dizendo, "Conclusão Matemática" Renato? Que isso? "Tá" parecendo um adulto outra vez!!! Seja quem você sempre foi e desconstrua tudo aquilo que não foi colocado aí por você! No mais, tudo é pirulitos, andar descalço, sujar-se, rir à toa....
Seja Feliz!!

A Vida é a ponte que escolhemos para estabelecer vínculo com as pessoas... Até onde vai a sua ponte?

Quem sou eu

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Santo André, São Paulo, Brazil
Sou uma mistura de óbvio com casual, de incerto com convicto, de intenso com monótono, sou na verdade bem mais do que penso que sou.

Os consumidores...